Little Red Riding Hood (Grimm brother’s version) – O Capuchinho Vermelho (versão dos irmãos Grimm)

Some notes about this tale:

The first printed/published version was the one of Charles Perrault by the end of the XVII century. In this version Little Red Riding Hood is eaten by the wolf and dies. Morality: “Do not talk to strangers!”

In the final version of the Grimm brothers, published in 1857, appears a hunter who opens the belly of the wolf and saves Little Red Riding Hood and her grandmother. Then Little Red Riding Hood fills the wolf’s stomach with stones and it dies. In this version we have another morality: “Do not talk to strangers and listen to your wise mother!”

To “build” this illustration I was inspired by a book borrowed from my (wise!) dear mother: The Uses of Enchantment: The Meaning and Importance of Fairy Tales, by Bruno Bettlelheim (1976).

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Bruno Bettelheim surgically explains each version of this tale. In the version of the Grimm brothers he noted the importance of the maternal figure, present in the mother and grandmother, the father figure present in the hunter who saves the leading figure and the maternal figure (grandmother), the Little Red Riding Hood’s desire for freedom and independence (hence she is seduced by the wolf and is distracted by the flowers around her), the rebirth when she gets out of the wolf’s belly that makes her see that her mother was right and protecting her. Very interesting! It’s worth reading this book!

I won’t bore you no more! Lets look at the “making-of”!

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Breves notas sobre o conto:

A primeira versão publicada (impressa, portanto) foi a de Charles Perrault no final do séc. XVII. Nessa versão a Capuchinho Vermelho é comida pelo lobo e morre. Ou seja, moralidade: “Não fales com estranhos!”

Na versão final dos irmãos Grimm, publicada em 1857, aparece um caçador que abre a barriga do lobo e salva a Capuchinho vermelho e a sua avó. Depois, a Capuchinho vermelho enche a barriga do lobo com pedras e este morre. Nesta versão temos outra moralidade: “Para além de não falar com estranhos, não descures os sábios conselhos da tua mãe!”

Para “construir” esta ilustração apoiei-me de um livro que me emprestou a minha (sábia!) querida mãe: A psicanálise dos contos de fadas, de Bruno Bettlelheim (1976 The Uses of Enchantment: The Meaning and Importance of Fairy Tales, Knopf, New York (trad. portuguesa: Psicanálise dos contos de fadas.))

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Bruno Bettelheim explica cirurgicamente cada versão deste conto.  Na versão dos irmãos Grimm ele refere a importância da figura maternal, presente na mãe e na avó, a figura paternal, presente no caçador que salva a protagonista e a figura maternal (avó), a vontade de liberdade e independência por parte da capuchinho vermelho (daí ela se deixar seduzir pelo lobo e distrair-se com as flores a seu belo prazer), o renascimento aquando da saída da barriga do lobo e reconhecimento de causa/efeito chegando a um juízo de valor e crescimento moral. Muito interessante! Vale a pena ler este livro!

Bem, já chega de vos aborrecer com tanto texto! Vamos ao “making-of”!

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